domingo, 10 de julho de 2011

Meia Maratona de Curitiba

Primeira Meia Maratona de Curitiba
Um dia muito frio(3 C.) e ótimo para correr recepcionou os atletas. Ainda estava escuro quando cheguei. Aguardei um pouco dentro do museu para me proteger do frio e só saí de lá para o aquecimento.
Dessa vez não tinha meta de tempo nem fiz uma semana de descanso. Ontem treinei forte (pedalei e nadei) e fui pra prova para ver o que dava. Ainda por cima larguei forte rodando abaixo de 5min/km até o km8 quando comecei a sentir dores no joelho direito (pelo menos mudou de lado). Ainda consegui manter o ritmo até o km15(passei os 10 primeiros abaixo de 50, quem diria?). E depois quebrei...
Me arrastei até o fim da prova passando por pontos que trazem boas recordações. No km18 passei na frente da casa da minha mãe, onde morei 10 anos.
Fechei a prova com 1h:52min, tempo um pouquinho pior do que a de Floripa, mas adequado aos treinos que fiz.


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Meia Maratona de Floripa



Minha preparação para a primeira meia maratona havia se iniciado em março, de forma que aumentei gradativamente os volumes(longões) sempre com alguma dificuldade: 15, 17 e 19 km.

Nos treinos de ritmo procurei usar sempre provas intermediárias de 10 km e nos intervalados procurei correr sempre abaixo de 4:30min/km. Fiz, ainda, um teste de fogo correndo as 10 milhas, no fim do mês passado, em ritmo de meia-maratona e tudo foi bem, exceto os joelhos, que sentiram bastante.

Uma das minhas metas para este semestre era participar da meia-maratona de Floripa, a outra era fazer um tempo menor que 1h50min nos 21km. Eu sabia que por ser razoavelmente plana, poderia conseguir atingir os dois objetivos. No entanto, nas duas últimas semanas consegui correr muito pouco, pois tive que poupar os joelhos e procurei manter a capacidade aeróbica apenas nadando. Ainda na última semana não consegui dormir nenhuma noite inteira devido ao meu filho ter ficado doente.

Assim, fui receoso para a prova. Estava um pouco cansado, fora do pico máximo de condicionamento e com os joelhos doendo.

A promessa dos organizadores era de que a prova fosse "fria como Nova York, rápida com Berlin, bonita como Floripa".

Bem, a temperatura estava próxima dos 20 graus, o que deve ter limitado um pouco o rendimento geral principalmente porque estou acostumado a correr até no máximo 10 graus, no inverno, mas não estava chovendo nem tampouco nublado o que tornou de fato a prova muito bonita por ser á beira-mar.








A largada foi antecipada para as 7:30h e contou com 6000 participantes que disputavam também provas intermediárias de 5 e 10 km.


Eu sabia que tinha que disputar a prova de maneira inteligente e programada e não como nos 10km em que se sai à toda e procura manter até o final o mesmo ritmo.


Planejei correr a um ritmo de 5min/km até o km8, e depois passar a 5:20 até o vigésimo, deixando ainda o último km para correr a 6min/km. Era uma estratégia com split positivo mas conservadora. Eu tentaria alcançar meu objetivo no início da prova e dependendo de como os meus joelhos se comportassem, manteria até o final. Se algo desse errado eu simplesmente andaria até o final da prova.

Assim, dada a largada, mantive-me disciplinadamente a 5min/km até o km6. Nos kms 7 e 8 escorreguei um pouco perdendo alguns segundos mas recuperando até o km 10. Até aí estava muito tranquilo sem cansaço, sem dores e com respiração tranquila.

Dos km 10 ao 13, já comecei a sentir um pouco de cansaço e perda de concentração. Por incrível que pareça, as paradas para hidratação, que são muito importantes neste tipo de prova, acabam gerando desconcentração e perda de ritmo. Assim, a vantagem conseguida no início da prova começou a cair lentamente. Quando cheguei ao km 16 já estava realmente cansado embora ainda não exausto. Infelizmente, tinha ainda que enfrentar algumas subidas no acesso e na ponte que me desgastaram ainda mais.

Eu tentei aumentar o ritmo para fechar com folga mas meu corpo não conseguiu responder. Embora, a capacidade aeróbica estivesse ótima, o ritmo cardíaco já estava próximo de meu limite máximo e indicava o meu sofrimento.


Dos km 17 ao 20 cheguei ao máximo (185 bpm). Eu sabia que não poderia suportar muito tempo assim mas insisti. Eu não tinha mais folga no relógio pois tinha rodado a 5:30 nos últimos 2 km por causa das subidas. Assim quando iniciei o derradeiro quilômetro já enxergava a linha de chegada. Fechei o km 21 no tempo de 1h:49min:36s. Exatamente 24s abaixo do previsto. Mas para variar ainda não tinha chegado ao fim da prova pois havia mais 400m até a linha de chegada. Fechei a prova com 1:51:30, completamente exausto. Tive dificuldade até para continuar andando.



A exaustão limita qualquer comemoração. Levei uns quinze minutos para me recuperar me hidratando e me alimentando no camarote da O2.

Fatos interessantes e observações:

- Ritmo cardíaco máximo com respiração tranquila e normal.

- Passar quase duas horas correndo acima de 90% da frequência cardíaca máxima;

- Um cachorro vira lata correu conosco, hora mais à frente, hora mais atrás, quase toda a prova. Como ele consegue?;

- A infinidade de postos de hidratação tornam a prova bastante repetitiva e monótona, até certo ponto;

- O silêncio geral após o km15, restando apenas os barulhos das passadas, dão à parte final da prova um contorno sombrio;

- A maior parte das pessoas que assistem e falam com você incentivam que se termine a prova, quado, na verdade, isto é o que menos importa

para o corredor que tem uma meta de tempo;

- Há corredores que não estão preparados nem para fazer uma prova de 5km mas insistem em tentar os 21.

- Para quem mora no sul, 20 graus já é calor, para quem mora no nordeste, ainda é frio;

- Nunca vi tanto fotógrafo em uma prova. Eles estavam em todos os ângulos. Isto é que é ser famoso;


domingo, 12 de junho de 2011

Circuito PMC Etapa 2

Circuito de Corridas da Prefeitura Municipal de Curitiba SMELJ

Novamente um domingo muito frio(6-7 C.) e próprio para correr.
Meu joelho esquerdo continua a mesma porcaria o que não me impede de correr forte mas que aumenta meu tempo de recuperação.

Os primeiros cinco quilômetros foram muito fortes (23 min), o que já indicava uma prova sub-50 e talvez até com um tempo muito bom, mas os quilômetros finais foram de muitas subidas e a noite sem dormir me deixou cansado na parte final da prova fazendo o ritmo cair . Ainda assim terminei em 48:46, que é o meu terceiro melhor tempo nos 10 K.



domingo, 5 de junho de 2011

IX Corrida do Artilheiro

Mais um domingo de muito frio, 5 graus centígrados, e ótimo para correr.
IX CORRIDA DO ARTILHEIRO

Foi a primeira vez que fiz a corrida do exército chamada de Corrida do Artilheiro.
Ainda sentindo dores no joelho esquerdo fui um pouco receoso para a corrida.
Fiz um aquecimento mais demorado, dentro do quartel, de mais de dois quilômetros.
Escutamos o hino nacional e nos posicionamos para a largada. De última hora decidiram fazer a largada do feminino antes, com direito a tiro de canhão e tudo mais.
Logo em seguida foi a largada do masculino.
Procurei manter o ritmo mais estável no começo da prova sem afobamentos. Ainda assim fiz 4:30 de cara. Enfrentei algumas subidas no meio do caminho e fui apenas me mantendo próximo dos 5 min/km até o km6. Daí pra frente me senti melhor, com a respiração tranqüila e pude aumentar de novo o ritmo para 4:30 até o fim.
O tempo foi uma surpresa total pois tinha intenção apenas de fazer uma prova sub-50. Não esperava correr na casa dos 45min. Logo o mistério foi desvendado. A prova tinha 9,5 km e não 10 km devido a mudanças de última hora por conta de obras. Ainda assim foi um ritmo médio de 4:48, que somente perde para 4:46 da prova do Rebouças (47:09). Fiquei satisfeito com o recorde e o tempo. O joelho piorou um pouquinho mas não parece que seja preocupante. Tenho que acompanhar durante a semana.
Prova bem organizada, largada no horário, estacionamento, medalha e kit bacanas, trânsito paralisado, hidratação e apoio médico.

domingo, 29 de maio de 2011

10 milhas de Santa Felicidade CorriItaliaBrasile


Um frio danado nos incentivou com as 10 milhas de Santa Felicidade. Um dia muito propício para correr forte e baixar os tempos apesar das fortes subidas que enfrentei durante todo o percurso.
Os primeiros quilômetros foram somente descida em que aproveitei para soltar mesmo. Rodei entre 4 e 4:30. No terceiro quilômetro enfrentei um subida imensa em que o ritmo caiu bastante. Superada a subida voltei a rodar entre 4 e 4:30 até o km 7. Aí pegamos a temida subida do Barigui: 1,2 km e quase 100 m de elevação. Diminui, de maneira a correr bem sem me matar na metade da prova. Daí pra frente mantive o ritmo entre 5 e 5:15.
Fechei os 10 km em 50 minutos.
Encontrei a Lu e os meninos quase no final, lá pelo km 13.
Fechei com 1:15:40, melhorando quase 10 minutos meu tempo dos 15 km. Tinha feito a São Silvestre em 1:25:00














Ótima prova, bem organizada, com trânsito paralisado e bom apoio de hidratação.
Hoje testei as meias de compressão e os manguitos. Nota 10, aprovação total, me ajudaram bastante.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O esporte e as ilusões

O homem vive de ilusões. Alguns passam toda uma vida acreditando em mentiras e tentando fazer de conta que sua vida não é um fracasso.
O esporte tem uma característica de objetividade que destrói este tipo de ilusão. Kasparov dizia que gostava de jogar com os computadores porque eles não jogavam o tabuleiro no chão quando perdiam, mas até mesmo ele, quando perdeu para um computador, não foi capaz de agir dignamente e reconhecer a derrota.

Quando se está em uma prova de rua, correndo, qualquer ilusão se desfaz diante do esforço, da dor e da visível comparação que fazemos com outros atletas. O asfalto é, quase sempre, duro o suficiente para quebrar o ego e o orgulho próprio. O tempo e a colocação quando divulgados complementam a destruição, se é que ainda restava algo de ego.














Parece ruim? Não. É ótimo. É uma lição de vida incrível. É uma lição de humildade essencial!

Uma mente de campeão é aquela que não foge dos números e das comparações assim como não foge das competições. Mas também é aquela que está acima dos números e das comparações. Atingiu tal nível de maturidade que os superou. É capaz de olhar para a vida e para o esporte além dos resultados, dos treinos, das planilhas e dos adversários. Não tem mais a ilusão de ser insuperável, mas tem a convicção interna e a segurança para enfrentar o que vier, ainda que seja uma decepção. Uma mente de campeão também desconfia das próprias conquistas para se afirmar.

Ser campeão é vencer a própria mediocridade e superar a banalidade da vida.






quinta-feira, 19 de maio de 2011

Circuito Lua Cheia - 5a Etapa

Finalmente a Lua Cheia apareceu e o frio também.

Fiz a Corrida da Lua Cheia debaixo de um frio de 6C. Mais um treino de velocidade.
Baixei alguns segundos o meu melhor tempo e fiz 19:56, com pace de 4:40.
Quarto Lugar na categoria e Décimo Quinto Geral.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Abuso

Dia frio, temperatura perto do 7 graus centígrados, que começou cedo.
Nadei forte das 6 às 7h.
Depois fui para o meu longão: 19K no Barigui.
Foram duas horas e 6 voltas completas.
Fiz as duas primeiras voltas em um ritmo razoável e depois baixei para 6:30 min/km porque senti um pouquinho o joelho e fiquei receoso de não conseguir terminar.




Três horas de treino que me deixaram cansados.
Praticamente a parte de corrida e natação de um IM 70.3.
Não foi moleza não.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Os fortes e os fracos

No tempo em que éramos amigos
também éramos fortes
Podíamos correr por um dia inteiro sem parar
e atravessar um mar à nado

Não medíamos nossa força com o tempo
Não nos comparávamos uns com os outros
O que éramos nos bastava

Então, começamos a competir uns contra os outros
para que soubéssemos quem era melhor
E nos tornamos tristes e preocupados
sempre buscando algo mais

Assim, veio a dúvida.
Será que éramos mesmos fortes?
E com a dúvida veio a fraqueza
e nos tornamos fracos, todos.

domingo, 15 de maio de 2011

Circuito PMC Etapa 1

Circuito de Corridas da Prefeitura Municipal de Curitiba

É muita fome de corrida para ter que enfrentar a chuva e o frio que estava fazendo hoje.
Chegue às 6:30h e ainda estava escuro. Mais tarde começou a chover.
A largada foi pontual às 7:00h.

Havia me preparado para fazer uma prova mais calma no início e não quebrar no meio como aconteceu na última. Eu também sabia que as subidas ficavam na segunda parte da corrida.

Assim, o primeiro quilômetro foi aquela coisa de sempre: se livrar dos apressadinhos que se posicionam mal na largada, ou então saem muito rápido, e atrapalham todo mundo.
Do km2 ao 6 aproveitei as descidas e soltei mesmo.
O sétimo foi o pior e onde perdi alguns segundos para tentar tomar um gole de água. Havia pouca gente distribuindo a água de forma que houve congestionamento.
Nos km 8 e 9, acelerei de novo com a energia que guardei no começo e consegui garantir praticamente uma prova sub-50. Eu sabia que o último quilômetro seria muito difícil. Quando ele chegou acelerei com tudo e consegui manter o ritmo mesmo na subida. Finalizei exausto mas feliz em conseguir desenvolver melhor meu potencial de corrida. Apesar de uma elevação maior (113m) consegui melhorar 3 minutos e foi minha segunda melhor corrida nos 10K.

No final encontrei três amigos que chegaram quase juntos: Rogerio, Guilherme e Eleonar.



terça-feira, 10 de maio de 2011

Longão no Barigui - 17,1 K

Cheguei cedo, por volta das 6h. Apenas 2 casais de velhinhos andando rapidamente. Comecei a correr bem devagar para aquecer, no primeiro quilômetro. O corpo ainda não respondia bem e a corrida ficava presa. Assim foi toda a primeira volta. Na segunda, já podia ver algumas assessorias esportivas chegando e alguns rostos conhecidos de corredores que há anos frequentam o parque nesse horário.
Na terceira volta, a corrida já saiu um pouco melhor mas ainda muito lenta com batimentos cardíacos ainda por volta de 140. Quase um treino regenerativo. O fato é que hoje não estava preocupado com velocidade e sim com resistência. Ainda assim hoje estava pouco concentrado,mais preocupado com o trabalho e o pensamento voou longe.
No final da terceira volta parei pra me hidratar. Bebi meia garrafa de gatorade e comi alguns sachês de mel puro.
Fechei os primeiros 10km em 1 hora.
Fiz a quarta volta mais concentrado e mais rápido, os batimentos foram pra 150, ainda muito baixos.
Iniciei a quinta um pouco mais devagar. Não estava com dores mas senti um pequeno incômodo no joelho. Passei os 15km um pouco acima de 1hora e 30 e a2 10 milhas perto de 1 hora e quarenta.
Iniciei a sexta volta e fiz apenas metade porque afinal de contas tinha que trabalhar.
Corri durante 1hora e 50 minutos.

Foi um treino diferente. Vendo as pessoas chegarem, treinarem e irem embora, e eu lá, correndo continuamente.
Contente porque finalmente saiu o meu lognão.

domingo, 8 de maio de 2011

Birthday Week 2


Continuando a semana de aniversário.
Quinta fiz um bom Time Trial com a bike.
Sábado novamente consegui manter mais de 3 horas ininterruptas de treino, não fosse um pneu furado. Fiz meu melhor tiro de 800m na natação.
Hoje corri 1,5 hora com muita tranquilidade.
Cansado, mas feliz.






quarta-feira, 4 de maio de 2011

Birthday Week




Na semana do meu aniversário de 42 anos nada melhor que fazer um triathlon olímpico para comemorar a melhor forma da minha vida.
Hoje nadei 1 hora(2200m), pedalei 1,5 hora(40km) e corri durante 1 hora(10km).

domingo, 1 de maio de 2011

Circuito SESI Etapa 1 SESI


CIRCUITO DE CORRIDAS RÚSTICAS DO SESI - ETAPA SESI







Primeira vez que participo da Etapa SESI.
Uma prova razoavelmente plana (70m de elevação) em que deveria ter conseguido um bom tempo.















Infelizmente não consegui correr bem. O pouco sono e a falta de treino cobraram seu preço. Fui bem até o km6 e , depois, quebrei.








Tempo total:52:07
Ritmo : 5:03
Distância total: 10.300m


sábado, 30 de abril de 2011

Competições Abril 2011



1) Circuito Paranaense de Cross Duathlon - 03/04






2) 4a Corrida do Rebouças - 10/04







3) Duathlon Terrestre de Rio Branco do Sul

domingo, 17 de abril de 2011

Duathlon Terrestre Rio Branco do Sul

Uma prova caótica do início ao fim.Várias vezes me perguntei "o que estou fazendo aqui?".
Começou pela falta de informação sobre o percurso e local de largada. Chegando lá, percebi que ainda estavam montando os stands e sinalizando (parcialmente) o percurso. Peguei o kit (camiseta e número de peito) e fui para a área de transição. Lá, ninguém sabia de onde chegava e pra onde ia. Escolhi o lado mais provável e me dei bem. Sempre se chega da corrida por um lado e sai com a bike pelo outro. Não dessa vez. A chegada e a saída eram pro mesmo lugar. Isso significou que , por diversas vezes, havia cruzamento de gente chegando e saindo, fora o espaço pra transitar com a bike que era minúsculo.
A largada, como de costume, atrasou 30 minutos e quando aconteceu ainda não sabíamos muito bem o percurso.

Os primeiros 3 km da corrida foram terríveis.
Começavam com uma subida imensa de 1 km. Era simplesmente inacreditável que colocassem uma subida tão forte logo no começo em que o atleta está se adaptando ao ritmo de prova e depois quando faz a transição bike/run.
Bem, o segundo quilômetro não foi diferente. Passamos por barro e no meio dos carros, caminhões e ônibus. O tráfego não foi paralisado. Além de tudo, tivemos a viatura da polícia, buzinando atrás e disputando o espaço com os atletas.
O percurso da bike consistia em duas voltas de 10 km. Também estava mal sinalizado. Quando passei na primeira curva e dobrei à direita, o (des)organizador veio em minha direção gritando "vai reto, vai reto". Não sei o que ele quis dizer mas o fato era que eu tinha que ter dobrado mesmo à direita.
No final dos primeiros 5 km havia uma subida interminável que me desgastou demais. Retornei pelo mesmo caminho, voltando e passando pela linha de chegada para mais uma volta. Após a linha de chegada havia uma pirambeira com buraco pra todo lado. Se houvesse uma prova pra ver quem acerta mais buracos eu ganharia com certeza. Chegou uma hora que achei que fosse cair. O resultado disso foi que quando terminei a descida, escutei um barulho da parte debaixo da bike, quando olhei vi que o suporte e a caramanhola haviam se desprendido. Acenei para um dos voluntários juntar que depois eu pegava e segui em frente. Dois quilômetros adiante nova surpresa. Três cachorros avançaram em dois cavalos com seus respectivos cavaleiros e voltaram para o lado da estrada em que eu estava. Desviei de um mas peguei o outro em cheio. Quase caio de novo. Inacreditável. E assim foi até o fim da volta.
No retorno para a corrida, de novo aquela subida imensa, logo após a transição, estava insuportável. Não conseguia correr. Fiz um esforço tremendo para superar porque atrás vinham competidores. Depois do segundo quilômetro consegui correr de novo e fechei a prova com 1:18, tempo bem acima do previsto mas considerando as dificuldades, até que foi razoável.

Fiquei em 11. geral da MB e primeiro na categoria, que só tinha 2, mas o segundo era um valoroso combatente.

Corri aborrecido, com o coração ruim.
Estou cansado dessas provas mal organizadas. Os dois duathlons desse mês foram uma vergonha em termos de organização. Dizer que não tem patrocínio e que só com as inscrições não dá, é desculpa. Organização não precisa de dinheiro e sim de comprometimento e planejamento.

domingo, 10 de abril de 2011

4a Corrida do Rebouças











Acordei cedo porque domingo é dia de prova.
Quem vai pra guerra tem que se preparar e a quantidade de geringonça pra levar cada dia aumenta mais.



















A corrida do Rebouças se caracteriza por ser rápida e de terreno plano, feita pra baixar os tempos.
Eu já sabia disso e fui preparado pra voltar com uma prova sub-50 embaixo do braço. Tinha algumas dúvidas porque eu continuo sentindo dor no pé esquerdo. Fui pro aquecimento pra ver se ia dar pra correr. Passei no testes.
Como percebi que a baia de largada era bem estreita procurei logo cedo me posicionar mais à frente. Se é pra baixar os tempos tinha que largar bem.
A largada foi dada 3 minutos antes do previsto.
Procurei largar forte mas também economizar um pouco porque ainda estava sentindo os músculos da coxa pesados dos treinos da semana e não sabia como ia se comportar o pé esquerdo machucado. Mesmo assim, dos primeiros 5 km, fiz 3 deles na casa dos 4:30, com uma boa condição aeróbica. Dessa vez o limitador estava na condição muscular. Fui mantendo o ritmo até o km8 quando percebi que daria para fazer um tempo abaixo de 48min. Forcei o décimo quilômetro para garantir. Ainda fechei com 47:11, o que é meu recorde pessoal. Bati também o recorde dos 5km, dos 6,6km e dos 8km. Em resumo, foi realmente uma prova para melhorar os tempos.

domingo, 3 de abril de 2011

Campeonato Paranaense de Cross Duathlon

Eu nem deveria estar lá porque estava com muita dor no pé e fui dormir às 2h, mas o Thomas, meu filho, me acordou às 7h e me mandei.A prova era em Campo Magro no Morro da Palha. Quase 1 hora pra chegar lá.O lugar é bonito mas com as chuvas era lama pra todo lado.
Levei a bike para a transição e até deixei a sapatilha lá mas sabia que não iria usar.
Dada a largada, mantive o ritmo entre 4 e 5 min/km até o km2, quando pegamos a trilha. Aí foi muita lama morro acima. O trecho estava muito pesado por causa das chuvas de ontem. Fechei com 20 min. os primeiros 3 km.

Depois veio o percurso da bike com muita subida logo no começo. Em dois momentos tive que descer e empurrar. Em compensação nas descidas cheguei até quase 50km/h. Senti falta da sapatilha para ajudar nas subidas. Fechei a bike com 56:37.

A terceira parte era os mesmos três quilômetros da primeira parte. Morro acima e morro abaixo de novo, terminei a prova com 1:18:40.
Colocação na Categoria: 9/18
Colocação Geral Masculina: 43/80.
Organização da Prova: horrível, sem apoio médico e sem controle do tráfego.



quinta-feira, 31 de março de 2011

Pool mate: mais uma geringonça pra carregar


Adquiri o pool-mate. É um relógio para utilizar na piscina: conta automaticamente a distância, velocidade, número de braçadas, quantas piscinas, eficiência etc.

Pra quem gosta de números, como eu, será bem útil. Ele ajuda a buscar mais eficiência na braçada, ou seja, percorrer mais distância com menos braçadas em menos tempo. "Ajuda" é modo de dizer. Tem que continuar treinando e treinando e treinando... Isso ele não faz por você.

Competições Março 2011


1) 7a Corrida Noturna Unimed - 19/03
2) Circuito Lua Cheia - Etapa 3 - 16/03
3) Corrida do Carteiro - 27/03










terça-feira, 29 de março de 2011

Três Provas Duríssimas

Estou inscrito:

10 milhas de Santa Felicidade: percurso pesadíssimo.
29 de maio






1/2 maratona de Florianópolis
19 de junho










1/2 maratona de Curitiba
10 de julho



segunda-feira, 28 de março de 2011

15a Corrida do Carteiro

Dia de sol e de acordar cedo para correr. A largada foi às 7:30h. Antes, encontrei o pessoal da Associação Copel e fizemos um aquecimento rápido juntos.
Procurei um lugar um pouco melhor na largada pra não acontecer de perder tanto tempo no início, assim o primeiro quilômetro foi muito forte (4:26). Eu pretendia fazer novamente uma prova sub-50 e sabia que havia uma subida forte na segunda metade da corrida por isso tinha que tirar a vantagem no começo. E assim foi nos quatro primeiros quilômetros, todos abaixo de 5min/km. No quinto quilômetro me desconcentrei um pouco com a parada pra hidratação. Encontrei também um colega que havia "quebrado" e estava andando. Aí vieram as subidas e caiu o ritmo mas dentro do esperado. Parecia que a sub-50 estava garantida. Quando fechei o km 9 tinha 5 minutos e pouco de folga. Apertei o ritmo pra fechar a prova. Me aproximando do décimo quilômetro percebi que a linha de chegada ainda estava distante. O relógio com GPS marcou o décimo quilômetro (49:40) e nada da chegada. Desanimei! A sub-50 estava perdida. A prova tinha 10 mil e 300 metros. Acabei fechando em 51:10, com pace de 4:58. Lamentável. Poderiam ter feito um trajeto mais próximo. De qualquer forma ainda fiquei na frente de bons corredores que tenho como referência e foi minha segunda melhor marca nos 10 K.
Colocação Geral Masculino: 378 de 870
Colocação Faixa Etária: 71 de 280.
Colocação Copel: 6 de 26.

sábado, 26 de março de 2011

Treinos da Semana

Segunda-feira - Natação - 1800m
- Spinning - 1 hora
Terça-feira - Natação 2000 m
- Musculação -1 hora
- Corrida - 14km
Quarta-feira - Natação - 2200m
- Spinning - 1 hora
Quinta-feira - Natação - 2200m
- Musculação 1 hora
Brick: o treino mais pesado da semana
2x (10K bike + 2k run)
Sexta: descanso
Sábado: aniversário do Thomas

domingo, 20 de março de 2011

7a Corrida Noturna Unimed


Noite fria mas boa pra correr. A organização é que não estava lá tão boa. Levamos, eu e a
Lu, quase uma hora na fila pra entrar no estacionamento. Não deu nem para fazer o aquecimento direito e já foi dada a largada. Como não consegui um bom lugar para largar na frente levei mais de três quilômetros pra passar os mais lentos. Do km3 ao km6 foi uma beleza. Só acelerar. Aí vieram as subidas que quebraram um pouco o ritmo até o km8. Como já havia consultado a altimetria da prova sabia que do km8 ao km10 era só descida. Ol
hei no relógio e calculei que se fizesse abaixo de 5min/km os dois últimos quilômetros conseguiria uma prova sub-50, que é uma das minhas metas para o primeiro semestre. Acelerei o que podia do km8 ao km9 e fiz em 4:38. Sensacional. No último km entramos na Unicenp e o ritmo quebrou de novo com as curvas e afunilamento do percurso, mas consegui manter o ritmo próximo do desejado e acelerar no final. Vibrei quando vi o tempo final.
Tempo 49:09.
Minha primeira prova Sub-50 e uma grande conquista pra mim.
Classificação Geral masculina: 437 de 1417.
Resultados aqui.



Treinos do Fim de Semana

Sábado:
Natação: 1500m
Bike: 25K
Musculação: 1h
Corrida: Unimed 10K

Domingo
1 hora de bike: recovery ride.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Circuito Lua Cheia - 3a Etapa



Mais uma etapa do Circuito da Lua Cheia no Parque Tingui.
















Dessa vez me inscrevi apenas no 4,4 km pra me poupar um pouco para a
corrida de sábado que é de 10 km. Acabei indo e voltando de bike(20km), o que serviu de aquecimento e desaquecimento.
A corrida:
Larguei forte demais a um ritmo de 4min/km, que não consegui sustentar muito tempo. Ainda acabei fazendo o primeiro km a 4:20. Depois fui entrando no ritmo dos 4:45, que é mais normal.
A iluminação no Tingui está uma merda. Fácil, fácil de torcer o tornozelo ou joelho.
Terminei em 10 lugar do geral e Primeiro na Faixa Etária com 1 minuto de folga para o segundo.
Não é uma grande conquista já que o 4,4km é normalmente feito por estreantes, mas foi uma boa prova.
Resultados em
:

Treinos de Ontem e Hoje - 15 e 16/03

Ontem: Dois Treinos: Natação(2000m) e Bike(25K)
Hoje: 4 Treinos: Natação(2000m) / Musculação(1hora) / Bike(20K) e Corrida da Lua Cheia(6K).
Voltei a treinar pesado esta semana. Hoje, especialmente, foi um dia bem cansativo tanto no trabalho quanto em casa quanto nos treinos e corridas.

domingo, 13 de março de 2011

Uma Semana fraca

Foi uma semana de apenas 09 horas de treinamento, o que pode ser considerada muito fraca. Mas tivemos muitas dificuldades e poucas horas de sono, que impediram uma dedicação maior.
Espero que a semana que vem melhore.

Treinos do Fim de Semana

Sábado Manhã:
2000 m Natação
Musculação
Sábado Tarde
Corrida: 5km

Domingo:
Ciclismo: 35K

quarta-feira, 9 de março de 2011

Intervalado

Treino difícil pra mim hoje. Só consegui fazer o primeiro intervalo no tempo. De resto senti fraqueza e cansaço.

terça-feira, 8 de março de 2011